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sexta-feira, 29 de março de 2013

Moradores, turistas e empresários reclamam da falta d´água em Fortaleza

 Na Rua Olívia Câmara, no Bairro Benfica, em Fortaleza, os moradores até se prepararam para a suspensão do abastecimento prevista pela Companhia de Água e Esgoto (Cagece), mas não para ser por tanto tempo. “Eu acho um descaso da Cagece divulgar uma informação inverídica, dizendo que ia falta água só até as 20h de ontem e a previsão agora é do dia 31 à noite”, reclama o guarda municipal Francisco das Chagas Donato.

Para obra de injetamentos em tubulações e alguns serviços de manutenção na Estação de Tratamento de Água (ETA) Gavião, a Cagece havia anunciado que a suspensão de água seria durante da meia-noite da quarta-feira (27) até as 20h da quinta-feira (28). Segundo a companhia, o problema em um das adutoras atrasou a distribuição. O reabastecimento da capital foi retomado às 9h30 desta sexta-feira e, aos poucos, vai ser normalizar, de acordo com a Cagece.

Na casa da aposentada Solange Feitosa, a família de dez pessoas encheu baldes e bacias, mas a reserva só foi suficiente para a quinta-feira (28). O tradicional almoço da sexta-feira santa foi cancelado por causa da falta d´água. “Agora, a gente vai comprar para o nosso consumo para beber. O banho, a gente vai improvisar . Tomar banho só quando for dormir mesmo. E o almoço, nós também vamos pedir”, afirma.

A falta d´água também atingiu moradores, turistas e empresários na Praia de Iracema. Em um hotel na Rua Almirante Barroso, na manhã desta sexta-feira (29), não havia mais água em nenhum dos 14 quartos do estabelecimento. A louça do café da manhã estava acumulada na pia, e os hóspedes de quatro suítes já foram embora.

“Até os turistas estão comprando água pra beber e pra tomar banho”, diz o turista do Maranhão, Márcio Antônio. “Eu já estive aqui várias vezes. Sou apaixonada por esse lugar, mas sem água não tem como ficar”, completa Meire Neves.

O dono do hotel, Juliano Denti, tentou falar com a Cagece, mas não consegui atendimento. Agora, ele está preocupado para saber como arcar com o prejuízo. “Me diga o que faz? Eu já perdi R$ 3.600. Me diga como eu vou pagar, como eu vou sustentar a minha filha? Fica difícil”, diz.

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