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sábado, 6 de julho de 2013

Mãe de sobrevivente da Kiss morre dois dias após a filha ganhar alta

 Dois dias depois de Ritchieli Pedroso Lucas, 19 anos, ganhar alta em Porto Alegre (RS), a sobrevivente do incêndio na Boate Kiss perdeu a mãe. Sandra Medianeira Pedroso Lucas, 50 anos, estava internada no Hospital Universitário de Santa Maria para tratamento de um câncer e morreu na noite de quinta-feira.

Ritchieli recebeu alta do Hospital Mãe de Deus, na capital gaúcha, na manhã de terça-feira, depois de pouco mais de cinco meses de internação. Ela já está em Santa Maria para acompanhar os funerais da mãe, que é velada na capela 1 do Hospital de Caridade Astrogildo de Azevedo e será enterrada às 16h, no Cemitério Ecumênico de Santa Maria.

Sandra também era mãe de Driele Pedroso Lucas, 23 anos, que estava na Boate Kiss na madrugada de 27 de janeiro e acabou morrendo no Hospital Mãe de Deus no dia 7 de março, tornando-se a 241ª vítima da tragédia. A irmã, Ritchieli, não pode ir ao enterro por ter ficado internada na mesma instituição. 

Durante o período de internação de Ritchieli, o pai das jovens, Bráulio Lucas, ficou a maior parte do tempo em Porto Alegre para acompanhar a filha. Enquanto isso, em Santa Maria, parentes se revezaram nos cuidados a Sandra. 

Cariri registra queda de 30,7% na matança de mulheres

 Um levantamento feito pelo CEARÁ NOTÍCIAS.COM mostra uma queda no número de mulheres assassinadas na comparação entre o primeiro semestre deste ano e o do ano passado na região do Cariri. Enquanto em 2012 um total de 13 pessoas do sexo feminino já tinha morrido, este ano já são nove ou uma queda de 30,77% na matança. Representa ainda um percentual menor que o último levantamento do CN.C há 30 dias, cuja queda era de 36%.

O mês de junho terminou com duas mulheres assassinadas a exemplo de Maio. No quinto mês do ano os homicídios ocorreram em Campos Sales e, em junho, foram duas pessoas do sexo feminino mortas em Santana do Cariri e Juazeiro do Norte. Em seis meses deste ano três mulheres foram mortas em Juazeiro, duas em Campos Sales e as demais em Brejo Santo, Mauriti, Crato e Santana do Cariri.

No dia 6 de junho, Maria de Lurdes Rodrigues de Sales, de 44 anos, que residia na Rua José Mario de Brito (Parque Grangeiro) em Crato, foi morta a pauladas por Vicente Paulo da Silva, de 39 anos, e enterrada na em uma cova no Sítio Guritiba em Santana do Cariri. Ele já tinha matado uma mulher a pedradas em Crato e continua preso para responder pelos dois homicídios.

Seis dias depois Josefa Lourenço da Silva, de 45 anos, que residia na Rua Francisco Neudo Cruz, 16 Vila Nova (Pedrinhas) em Juazeiro, foi morta com dois tiros na cabeça perto de seu Fiat dirigido pelo genro Francisco Marciel da Silva, de 26 anos, o Marcinho, acusado do latrocínio por dois comparsas Luciano Henrique Fabrício, de 18, e o menor G. D da S., de 17 anos, os quais planejaram roubar R$ 8,7 mil da vítima e os três foram presos.

Processo contra Tiririca está pronto para ser julgado no STF

  Um processo contra o deputado federal e humorista cearense Tiririca (PR-SP) está pronto para ser julgado no Supremo Tribunal Federal (STF). A ação penal, de número 567, foi tirada da pauta em 2012 pelo relator Gilmar Mendes, devido à aposentadoria do revisor Cezar Peluso, e liberada novamente em junho deste ano. Tiririca é acusado pelo Ministério Público Eleitoral de São Paulo de ter apresentado dados falsos à Justiça Eleitoral, durante a campanha de 2010.

Na época, o MP havia denunciado que Tiririca seria analfabeto. Assim ele estaria descumprindo uma das exigências legais para ser candidato. Para provar o contrário, Tiririca apresentou à Justiça Eleitoral um documento que teria sido escrito por ele de próprio punho. A denúncia foi então recusada. Porém, uma perícia solicitada pelo MP encontrou diferença entre a escrita do texto e a assinatura no fim do documento.

A Justiça então aceitou a denúncia e iniciou uma ação penal contra Tiririca. A denúncia é baseada no artigo 350 do código eleitoral, que prevê reclusão de cinco anos e pagamento de multa a quem, entre outras coisas, forneça declaração falsa para fins eleitorais.

Outros parlamentares na fila

Levantamento feito pela Agência Brasil mostra que existem atualmente sete ações penais contra políticos no STF, prontas para julgamento. A demora, porém, é grande. Um dos processos está na fila há cinco anos, enquanto duas ações penais levaram cerca de dez anos para ficar prontas – o dobro do tempo de preparo da ação referente ao mensalão.

Além de Tiririca, as ações são contra os seguintes parlamentares: Fernando Giacobo (PR-PR), Valdir Raupp (PMDB-RO) – com dois processos -, Jairo Ataíde (DEM-MG), João Paulo Lima e Silva (PT-PE), Roberto Requião (PMDB-PR).

EUA espionaram milhões de e-mails e ligações de brasileiros

  Na última década, pessoas residentes ou em trânsito no Brasil, assim como empresas instaladas no país, se tornaram alvos de espionagem da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (National Security Agency - NSA, na sigla em inglês). Não há números precisos, mas em janeiro passado o Brasil ficou pouco atrás dos Estados Unidos, que teve 2,3 bilhões de telefonemas e mensagens espionados.

É o que demonstram documentos aos quais O GLOBO teve acesso. Eles foram coletados por Edward Joseph Snowden, técnico em redes de computação que nos últimos quatro anos trabalhou em programas da NSA entre cerca de 54 mil funcionários de empresas privadas subcontratadas - como a Booz Allen Hamilton e a Dell Corporation.

No mês passado, esse americano da Carolina do Norte decidiu delatar as operações de vigilância de comunicações realizadas pela NSA dentro e fora dos Estados Unidos. Snowden se tornou responsável por um dos maiores vazamentos de segredos da História americana, que abalou a credibilidade do governo Barack Obama.

Os documentos da NSA são eloquentes. O Brasil, com extensas redes públicas e privadas digitalizadas, operadas por grandes companhias de telecomunicações e de internet, aparece destacado em mapas da agência americana como alvo prioritário no tráfego de telefonia e dados (origem e destino), ao lado de nações como China, Rússia, Irã e Paquistão. É incerto o número de pessoas e empresas espionadas no Brasil. Mas há evidências de que o volume de dados capturados pelo sistema de filtragem nas redes locais de telefonia e internet é constante e em grande escala.

Criada há 61 anos, na Guerra Fria, a NSA tem como tarefa espionar comunicações de outros países, decifrando códigos governamentais. Dedica-se, também, a desenvolver sistemas de criptografia para o governo.

A agência passou por transformações na era George W. Bush, sobretudo depois dos ataques terroristas em Nova York e Washington, em setembro de 2001. Tornou-se líder em tecnologia de Inteligência aplicada em radares e satélites para coleta de dados em sistemas de telecomunicações, na internet pública e em redes digitais privadas.

O governo Obama optou por reforçá-la. Multiplicou-lhe o orçamento, que é secreto como os de outras 14 agências americanas de espionagem. Juntas, elas gastaram US$ 75 bilhões no ano passado, estima a Federação dos Cientistas Americanos, organização não governamental especializada em assuntos de segurança.

Outro programa amplia ação

A NSA tem 35,2 mil funcionários, segundo documentos. Eles informam também que a agência mantém “parcerias estratégicas” para “apoiar missões” com mais de 80 das “maiores corporações globais” (nos setores de telecomunicações, provedores de internet, infraestrutura de redes, equipamentos, sistemas operacionais e aplicativos, entre outros).

Para facilitar sua ação global, a agência mantém parcerias com as maiores empresas de internet americanas. No último 6 de junho, o jornal “The Guardian” informou que o software Prism permite à NSA acesso aos e-mails, conversas online e chamadas de voz de clientes de empresas como Facebook, Google, Microsoft e YouTube.

No entanto, esse programa não permite o acesso da agência a todo o universo de comunicações. Grandes volumes de tráfego de telefonemas e de dados na internet ocorrem fora do alcance da NSA e seus parceiros no uso do Prism. Para ampliar seu raio de ação, e construir o sistema de espionagem global que deseja, a agência desenvolveu outro programas com parceiros corporativos capazes de lhe fornecer acesso às comunicações internacionais.

Um deles é o Fairview, que viabilizou a coleta de dados em redes de comunicação no mundo todo. É usado pela NSA, segundo a descrição em documento a que O GLOBO teve acesso, numa parceria com uma grande empresa de telefonia dos EUA. Ela, por sua vez, mantém relações de negócios com outros serviços de telecomunicações, no Brasil e no mundo. Como resultado das suas relações com empresas não americanas, essa operadora dos EUA tem acesso às redes de comunicações locais, incluindo as brasileiras.

Ou seja, através de uma aliança corporativa, a NSA acaba tendo acesso aos sistemas de comunicação fora das fronteiras americanas. O documento descreve o sistema da seguinte forma: “Os parceiros operam nos EUA, mas não têm acesso a informações que transitam nas redes de uma nação, e, por relacionamentos corporativos, fornecem acesso exclusivo às outras [empresas de telecomunicações e provedores de serviços de internet].”

Companhias de telecomunicações no Brasil têm esta parceria que dá acesso à empresa americana. O que não fica claro é qual a empresa americana que tem sido usada pela NSA como uma espécie de “ponte”. Também não está claro se as empresas brasileiras estão cientes de como a sua parceria com a empresa dos EUA vem sendo utilizada.

Certo mesmo é que a NSA usa o programa Fairview para acessar diretamente o sistema brasileiro de telecomunicações. E é este acesso que lhe permite recolher registros detalhados de telefonemas e e-mails de milhões de pessoas, empresas e instituições.

Para espionar comunicações de um residente ou uma empresa instalada nos Estados Unidos, a NSA precisa de autorização judicial emitida por um tribunal especial (a Corte de Vigilância de Inteligência Estrangeira), composto de 11 juízes que se reúnem em segredo. Foi nessa instância, por exemplo, que a agência obteve autorização para acesso durante 90 dias aos registros telefônicos de quase 100 milhões de usuários da Verizon, a maior operadora de telefonia do país. Houve uma extensão do pedido a todas as operadoras americanas - com renovação permanente.

Fora das fronteiras americanas, o jogo é diferente. Vigiar pessoas, empresas e instituições estrangeiras é missão da NSA, definida em ordem presidencial (número 12333) há três décadas.

Na prática, as fronteiras políticas e jurídicas acabam relativizadas pelos sistemas de coleta, processamento, armazenamento e distribuição das informações. São os mesmos aplicados tanto nos EUA quanto no resto do mundo.

Todo tipo de informação armazenada

Desde 2008, por exemplo, o governo monitora com autorização judicial hábitos de navegação na internet dentro do território americano. Para tanto, exibiu com êxito um argumento no tribunal especial: o estudo da rotina online de “alvos” domésticos proporcionaria vigilância privilegiada sobre a prática online cotidiana de estrangeiros. Assim, uma pessoa ou empresa “de interesse” residente no Brasil pode ter todas as suas ligações telefônicas e correspondências eletrônicas - enviadas ou recebidas - sob vigilância constante. A agência armazena todo tipo de registros (número discado, tronco e ramal usados, duração, data hora, local, endereço do remetente e do destinatário, bem como endereços de IP - assim como sites visitados). E faz o mesmo com quem estiver na outra ponta da linha, ou em outra tela de computador.

Começa aí a vigilância progressiva pela rede de relacionamento de cada interlocutor telefônico ou destinatário da correspondência eletrônica (e-mail, fax, SMS, vídeos, podcasts etc.). A interferência é sempre imperceptível: “Servimos em silêncio” - explica a inscrição numa placa de mármore exposta na sede da NSA em Washington.

Espionagem nesse nível, e em escala global, era apenas uma suspeita até o mês passado, quando começaram a ser divulgados os milhares de documentos internos da agência coletados por Snowden dentro da NSA. Desde então, convive-se com a reafirmação de algumas certezas. Uma delas é a do fim da era da privacidade, em qualquer tempo e em qualquer lugar. Principalmente em países como o Brasil, onde o “grampo” já foi até política de Estado, na ditadura militar.

Esposa de vereador é suspeita de ser beneficiária do Bolsa Família em PE

 A esposa de um vereador de Petrolina, no Sertão pernambucano, é suspeita de ter sido beneficiária do programa federal de distribuição de renda Bolsa Família. O caso veio à tona depois que o Ministério do Desenvolvimento Social realizou um cruzamento de dados entre as pessoas cadastradas em benefícios sociais e familiares de políticos empossados em 2013. Benedita Souza Neta Coelho, esposa de Manoel Neto, conhecido como Manoel da Acosap, eleito no último pleito, apareceu cadastrada no sistema do Bolsa Família.

No Portal da Transparência os saques, no valor de R$ 204 por mês, foram realizados normalmente de maio do ano passado até maio desse ano, como também comprova o extrato da Caixa Econômica Federal enviado à Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedest).

A família de Benedita não teria direito ao benefício, já que o principal critério é a renda familiar de até R$ 140 per capita, ou seja, no caso dela, em que moram quatro pessoas na casa, menos de um salário mínimo. Valor bem diferente do recebido pelo marido: o salário de vereador ultrapassa os R$ 12 mil por mês.

Os depósitos e saques só foram interrompidos depois que uma atendente da Sedest realizou uma visita à casa da família para checar os dados cadastrais. Benedita, que nega ter realizado qualquer cadastro ou saque do Bolsa Família, pediu na ocasião a baixa do benefício. "Eu nunca fiz esse cadastro, vou atrás dele. Meu advogado disse que vai comigo pegar a documentação. Isso não é nada, é só armação do prefeito, somente para prejudicar o meu marido", afirmou.

O vereador Manoel da Acosap também negou qualquer conhecimento de que a esposa tenha se cadastrado para receber o benefício. E também acusou a administração municipal. "O que me estranha é a forma como está o cadastro. Está com seis membros da família, ou seja, tem duas pessoas que eu não conheço. O endereço está o do bairro José e Maria. E eu moro no Córrego do Damião há 17 anos. Isso não passa de uma armadilha política. O governo municipal tem que se explicar", disse.

Em nota, a assessoria de imprensa da Prefeitura de Petrolina informou que o caso não se trata de perseguição política, já que o número de identificação social, o NIS, de Benedita Souza Neta Coelho data do ano de 2005, e que o cadastro dela no programa Bolsa Família foi feito em 2011, épocas em que Manoel da Acosap não era sequer candidato a vereador.

Avião sofre acidente no aeroporto de San Francisco, nos EUA

  Um avião do tipo Boeing 777 sofreu um acidente enquanto pousava no Aeroporto de San Francisco, segundo o jornal "New York Times". O acidente ocorreu neste sábado (6).

A aeronave era operada pela empresa Asiana Airlines e vinha da Coreia do Sul, de acordo com a rede de notícias "CNN". Um vídeo publicado no YouTube mostra a fumaça causada pelo incêndio no avião.

Bombeiros atuam contra o fogo no avião, e ainda não há informações de feridos, segundo a agência de notícias Associated Press. O aeroporto está a cerca de 20 quilômetros da área urbana de San Francisco, informa a "CNN". A Asiana Airlines é uma das duas maiores de aviação da Coreia do Sul junto com a Korean Air, ainda segundo a emissora.




Voltando da festa da Banda Limão com Mel: Acidente de moto mata jovem que trabalhava no Armazém Paraíba da cidade de Cajazeiras

Heli-mortePor volta das 04h00 da manhã deste sábado (06), um acidente de moto com vítima fatal foi registrado no Sítio Bamburral, Zona Rural do município de Cachoeira dos Índios.

Segundo informações, o comerciário Heli Victor Moreira, 31 anos, funcionário do Armazém Paraíba de Cajazeiras conduzia sua motocicleta, quando em um determinado momento veio a colidir em um animal tombando logo em seguida.
Eli Victor teve morte imediata e o seu corpo ficou no local do acidente  até a chegada do IML da cidade de Patos.
Informações são de que ele vinha de uma festa da Banda Limão com Mel que aconteceu na noite de ontem (05), em Cachoeira, porém, segundo o Gerente do Armazém Paraíba que esteve com ele horas antes do acidente, relatou que Heli havia se recusado beber durante a festa.

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